Proposta Pedagógica
Proposta Pedagógica
Os tempos mudaram, e, com isso, as exigências educacionais do mundo também. A escola de hoje não é nem deve ser a mesma de há alguns anos. As velhas práticas, ferramentas ultrapassadas e metodologias retrógradas já não são suficientes para suprir as necessidades do jovem de hoje. As informações se tornaram mais rápidas e acessíveis, os estudantes estão cada vez mais autônomos e conectados, têm comportamentos diferentes, as famílias possuem estruturas diversificadas e as novas tecnologias e mídias sociais estão revolucionando a forma de ensinar e aprender. Tudo isso requer uma escola que comporte o perfil contemporâneo de aprendizado e ajude a vencer todos os desafios que a educação moderna impõe, para que o homem se insira no mundo de hoje. E é na relação desse homem com o mundo e com o meio em que vive que reside nossa visão de educação. A educação é o processo de inserção do sujeito no mundo da cultura, numa ação recíproca e complementar, constituindo-se instrumento de transformação dos sujeitos. Neste sentido, nossa proposta pedagógica visa à construção de uma identidade própria de nossos alunos, com atendimento às suas necessidades e características individuais, tendo por base a promoção de aprendizagens significativas, o desenvolvimento da criatividade, o acesso ao conhecimento, traduzido nos currículos, e à cultura, elementos estes alicerçados na reflexão, na ética, no espírito humanitário e na equidade, para que possamos vencer o desafio de formarmos futuros adultos dotados de espírito crítico, de caráter humano capazes de alcançar sua realização pessoal, participar com sucesso da vida em sociedade e dos desafios desse novo milênio.
Nossa escola é particular , conveniada com a Prefeitura de São Leopoldo e oferece ensino de qualidade aos discentes da Educação Infantil e também do Contra-Turno Escolar para o Ensino Fundamental I.
PRINCÍPIOS DA PROPOSTA PEDAGÓGICA
A escola, como instituição burocrática, tem suas atividades sustentadas pelas legislações em seus diferentes níveis: federal, estadual e municipal. Compete-lhe desencadear ações de modo a atender os fundamentos legais e assumir institucionalmente suas responsabilidades em relação à aprendizagem com sucesso de seus alunos. Proposta Pedagógica 3 Os tempos mudaram, e, com isso, as exigências educacionais do mundo também. A escola de hoje não é nem deve ser a mesma de há alguns anos. As velhas práticas, ferramentas ultrapassadas e metodologias retrógradas já não são suficientes para suprir as necessidades do jovem de hoje. As informações se tornaram mais rápidas e acessíveis, os estudantes estão cada vez mais autônomos e conectados, têm comportamentos diferentes, as famílias possuem estruturas diversificadas e as novas tecnologias e mídias sociais estão revolucionando a forma de ensinar e aprender. Tudo isso requer uma escola que comporte o perfil contemporâneo de aprendizado e ajude a vencer todos os desafios que a educação moderna impõe, para que o homem se insira no mundo de hoje. E é na relação desse homem com o mundo e com o meio em que vive que reside nossa visão de educação. A educação é o processo de inserção do sujeito no mundo da cultura, numa ação recíproca e complementar, constituindo-se instrumento de transformação dos sujeitos. Neste sentido, nossa proposta pedagógica visa à construção de uma identidade própria de nossos alunos, com atendimento às suas necessidades e características individuais, tendo por base a promoção de aprendizagens significativas, o desenvolvimento da criatividade, o acesso ao conhecimento, traduzido nos currículos, e à cultura, elementos estes alicerçados na reflexão, na ética, no espírito humanitário e na equidade, para que possamos vencer o desafio de formarmos futuros adultos dotados de espírito crítico, de caráter humano capazes de alcançar sua realização pessoal, participar com sucesso da vida em sociedade e dos desafios desse novo milênio.
CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO E DE PRATICAS ESCOLARES
A sociedade atual se vê confrontada com o desenvolvimento acelerado que ocorre a sua volta, onde as mudanças e as descobertas acontecem em frações de segundos, Proposta Pedagógica 4 ocasionando certo desgaste e comprometimento das ações voltadas para o aprimoramento do ensino. Assim, a busca pelo conhecimento não tem sido o foco de interesse principal da sociedade, pois a atualização das informações tem ocorrido de forma acessível a todos os segmentos, satisfazendo de uma forma geral aos interesses daqueles que as buscam e colocando a sala de aula como um ambiente de pouca relevância para a consolidação deste conhecimento. No entanto, informações são apenas fatos, expressões, opiniões, que chegam às pessoas por ilimitados meios sem que se conheçam os efeitos que acarretam. Já o conhecimento é a compreensão da procedência da informação, da sua dinâmica própria e das consequências que dela advêm, exigindo para isso um certo grau de racionalidade. A apropriação do conhecimento é feita através da construção de conceitos que possibilitam a leitura crítica da informação, processo necessário para absorção da liberdade e autonomia mental. Nesse contexto, a escola tem como alternativa rever suas ações e o seu papel no aprimoramento do saber e da sua prática educativa, de forma a adequar sua postura pedagógica ao momento atual e, principalmente, a colocar-se na posição de organização principal e mais importante na evolução dos princípios fundamentais da sociedade, cumprindo assim sua função transformadora e idealizadora de conhecimentos científicos e filosóficos, pautando o resultado de suas ações em saber concreto. Deve optar por uma educação voltada para o futuro, uma educação contestadora, superadora dos limites impostos pelo Estado e pelo Mercado, portanto, uma educação muito mais centrada na transformação social do que na transmissão cultural. É importante priorizar uma prática formadora para o desenvolvimento, onde a escola deixe de ser vista como uma obrigação a ser cumprida pelo aluno e se torne uma fonte de efetivação de seu conhecimento intelectual que o motivará a participar do processo de desenvolvimento social, não como mero receptor de informações, mas como idealizador de práticas que favoreçam esse processo. A escola deve servir de bússola para navegar nesse mar do conhecimento, superando a visão utilitarista de só oferecer informações “úteis” para a competitividade, para obter resultados. Aprender fazendo, orientar criticamente as crianças e jovens na busca de Proposta Pedagógica uma informação que os faça crescer e não embrutecer. O embrutecimento deve ser eliminado de qualquer ação e a reflexão sobre o como ensinar e como aprender deve garantir que princípios e valores fundamentais da solidariedade e do respeito humano sejam mantidos. Assim sendo, a Proposta Pedagógica pretende garantir que seus alunos, em situações e ambientes de ensino individualizados e coletivos, construam os conhecimentos e habilidades de resolução de problemas e de investigação, aprendam a realizar pesquisas, comunicar suas ideias de maneira clara e significativa, aprendam a tomar decisões, compreendam e lidem com questões simples que afetam suas vidas, sejam capazes de refletir, construam um letramento crítico, consigam exercer suas ações de maneira autocontrolada, espontânea e criativa, para, no futuro, saberem lidar com situações complexas sociais, científicas, culturais, dentre outras, que inevitavelmente surgirão.
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM “Avaliar o aluno deixa de significar fazer um julgamento sobre a sua aprendizagem, para servir como momento capaz de revelar o que o aluno já sabe, os caminhos que percorreu para alcançar o conhecimento demonstrado, seu processo de construção do conhecimento, o que o aluno não sabe e o caminho que deve percorrer para vir a saber, o que é potencialmente revelado em seu processo, suas possibilidades de avanço e suas necessidades para que a superação, sempre transitória, do não saber, possa ocorrer.” (Esteban- 2004) Em Consonância com esta Proposta Pedagógica, entendemos que, no ambiente escolar, as avaliações são contínuas e indispensáveis para o desenvolvimento do trabalho pedagógico, por se tratarem de uma verificação dos resultados de ações direcionadas ao cumprimento de objetivos previamente planejados. Na nossa instituição, as avaliações internas e próprias do cotidiano das salas de aula (provas e outros instrumentos elaboradas por professores de cada turma/área, Proposta Pedagógica 6 aplicadas em diversos períodos ao longo do ano) são diagnósticos destinados a auxiliar os professores na readaptação do ensino de acordo com o acompanhamento dos alunos; estas modalidades de avaliação interna são essenciais para o desenvolvimento contínuo do trabalho pedagógico. Nesta proposta, informar-se sobre os erros e acertos do aluno é um elemento importante como ponto de partida para uma investigação docente que objetiva a compreensão dos obstáculos e, posteriormente, a sua superação. Dessa forma, a avaliação assume uma função informativa, tanto para o professor quanto para o aluno. O que vai defini-la como formadora é a reflexão ocasionada pelas informações trazidas pelo instrumento, propiciando novas ações que consolidem o desenvolvimento do ensino e aprendizagem. Nesta forma avaliativa, a relação cíclica análise e ação deve ser contínua, intrinsecamente interligada à ação docente. O uso das informações pode seguir várias trajetórias diferentes, mas deve culminar na efetivação da atividade de ensino, na ampliação de conceitos e, consequentemente, no aprendizado. Portanto, uma avaliação que está relacionada a uma mudança de concepção do ato de avaliar. Assumindo essa concepção, é preciso debruçar-se sobre os dados produzidos pelas avaliações, a fim de atribuir-lhes uma utilidade significativa dentro da prática docente. A utilização e a diversificação de instrumentos de avaliação podem colaborar para uma melhor compreensão das diferentes realidades encontradas no contexto escolar. Diante disso: - Na Educação Infantil, faz-se necessária a organização de registros retratando as descobertas, as aquisições, as dificuldades e as relações estabelecidas pela criança. Requer uma permanente observação, através de um olhar atento e minucioso, um registro rico em detalhes e reflexivo na sua análise acerca das ações e produções da criança. Será produto da avaliação a elaboração de relatórios (não passíveis de retenção) que apresentarão as produções das crianças com o foco nos aspectos socioafetivos, no desenvolvimento da linguagem oral, na representação escrita, na estruturação gráfica, do Proposta Pedagógica raciocínio lógico- matemático, no brincar, além do sensório-motor e da percepção e investigação do mundo que a cerca.
- No Ensino Fundamental Os três anos iniciais do ensino fundamental não objetivam a promoção, sendo realizada mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento, observando-se as peculiaridades da idade e da transição da criança da educação infantil para o ensino fundamental. Esses três primeiros anos do Ensino Fundamental são considerados um bloco pedagógico, não passível de interrupção, tendo como objetivo possibilitar a todos os alunos as oportunidades de sistematização e aprofundamento de aprendizagens básicas, imprescindíveis para o progresso nos estudos, notadamente em termos do processo de alfabetização e letramento. Este ciclo sequencial deve respeitar a faixa etária de crianças de 6 (seis), 7 (sete) e 8 (oito) anos, não havendo assim, retenção do 1º ano para o 2º ano e deste para o 3º ano. Ao final do 3º ano do Ciclo Sequencial, será considerando reprovado o aluno que não obtiver a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do total da carga horária e média anual inferior a 6,0 (seis) em cada componente curricular. No ensino fundamental do 3º ao 5º ano, a avaliação da aprendizagem é constante, contínua, cumulativa e abrangente, sendo fundamental que os conceitos sejam compreendidos como instrumentos e, desta forma, possam ser utilizados para facilitar a vida das pessoas ao ampliar as significações com as quais interagem com os objetos e fenômenos da realidade. A recuperação será desenvolvida através de um trabalho contínuo (ao longo dos trimestres) e no final do ano letivo, sempre destinada a alunos que apresentarem rendimento escolar insuficiente, visando à superação das dificuldades da aprendizagem
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